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Dicas

Sobrevivência das Empresas

By 7 de novembro de 2019 No Comments

 

Mais da metade fecham as portas antes dos 3 anos

 

Em comemoração aos 3 anos do REX.CO, trouxemos um assunto muito interessante e que, infelizmente, assombrou e ainda assombra o nosso país: taxa de sobrevivência das empresas.

Quanto tempo uma empresa sobrevive no Brasil? Entre 2010 e 2014 a taxa de sobrevivência das empresas com até 2 anos passou de 54% para 77%, uma melhora significativa que foi possível com a ampliação do número de Microempreendedores Individuais (MEI). Se excluirmos os MEIs da análise, a taxa cresce apenas 4 pontos percentuais, chegando a 58%.

É evidente o impacto positivo que o MEI causa no calculo da taxa de sobrevivência das empresas, pois além da taxa deste segmento ser mais alta, a sua participação no total de empreendimentos passou de 0% para 63% do total de empresas criadas entre 2008 e 2012.

Por que as empresas no Brasil fecham as portas antes dos três anos?

Não é possível atribuir a mortalidade das empresas a um único fator, e sim a uma combinação de fatores em quatro grandes áreas: situação do empresário antes da abertura, planejamento de negócios, capacitação em gestão empresarial e a gestão do negócio em si.

A probabilidade de fechamento antes dos 3 anos de existência é maior entre:

– Empresários que estavam desempregados antes de abrir o negócio;

– Empresários com pouca ou nada de experiência no ramo;

– Que abriram o negócio por necessidade (ou exigência);

– Pouco tempo para planejamentos;

– Negociações ruins com fornecedores;

– Falta de capacitação própria e/ou de sua equipe;

– Falta de capital ou recursos;

– Falta de inovação;

– Falta de acompanhamento.

Mas quais seriam as principais dificuldades enfrentadas por estes empresários?

Uma pesquisa realizada pelo Sebrae em 2016, com empresas criadas entre 2011 e 2012, mostra que as principais dificuldades enfrentadas foram:

– Falta de clientes (16%);
– Falta de capital (16%);
– Falta de conhecimento (12%); – Mão de obra (10%);
– Impostos/Tributos (10%);
– Inadimplência (6%);
– Concorrência (4%);
– Burocracia (4%).

 

O que teria sido útil para ajudar estes empresários?

Bom, segundo dados da mesma pesquisa do Sebrae em 2016, mostra que o que teria sido útil para evitar o fechamento das empresas foi:

– Menos impostos e encargos (52%);

– Mais clientes (28%);

– Crédito mais facilitado (21%);

– Melhor planejamento (18%).

O Brasil não é para amadores, brincadeiras à parte, o assunto é sério e requer cuidado. Portanto, se você está nesta “fase crítica” ou pensa em abrir um negócio, procure por especialistas que podem te ajudar a passar por isto de forma tranquila e saudável.

 

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